Capacitação abordou a identificação dos principais animais, tipos de acidentes, sinais e sintomas, entre outras questões relacionadas

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São Vicente de Paulo, em Tobias Barreto (SE), que é administrada pela Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), por meio de contrato de gestão junto à Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe, realizou um treinamento voltado à equipe assistencial sobre o atendimento de pacientes vítimas de acidentes com animais peçonhentos. A capacitação abordou a identificação dos principais animais, tipos de acidentes, sinais e sintomas, classificação da gravidade e condutas iniciais a serem adotadas.
A iniciativa reforça o compromisso da SBCD com a qualificação contínua das equipes e com o fortalecimento de práticas que contribuem para a qualidade e a segurança da assistência prestada aos pacientes.
Os acidentes com animais peçonhentos são um desafio significativo para a saúde pública devido à sua rica biodiversidade. “Picadas ou mordidas de serpentes, aranhas, escorpiões, entre outros animais peçonhentos, podem resultar em graves consequências para a saúde da pessoa atacada. Por conta disso, é essencial conhecer as medidas preventivas eficazes e, assim, garantir um atendimento adequado às vítimas”, alerta o gerente administrativo da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São Vicente de Paulo, Gileinaldo Araújo Alves.
A capacitação foi conduzida pela equipe do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), o treinamento contemplou orientações sobre indicação da soroterapia, tipos de soros, conservação, diluição e administração, além dos cuidados e do monitoramento dos pacientes durante o atendimento. A atividade proporcionou esclarecimento de dúvidas e atualização dos profissionais sobre as principais condutas assistenciais.
“O acidente com animais peçonhentos é uma emergência médica e todos os pacientes vitimados devem ser encaminhados imediatamente para a unidade de saúde mais próxima, especialmente as crianças, quando picadas por escorpião, cuja evolução para gravidade pode ser muito rápida”, orienta Gileinaldo Araújo Alves.