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AME CRI Norte promove palestra sobre “Saúde do Cérebro: Memória e Linguagem”

14 set 2026

Com o objetivo de fortalecer as políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e à qualidade de vida da população idosa, o Ambulatório Médico de Especialidades Centro de Referência do Idoso da Zona Norte de São Paulo (AME CRI Norte) realizou uma palestra especial focada na saúde cognitiva. O evento, intitulado “Saúde do Cérebro: Memória e Linguagem”, ocorreu no auditório da instituição e reuniu dezenas de participantes interessados em compreender melhor os mecanismos da mente ao longo do processo de envelhecimento.

A realização de eventos com esse perfil faz parte das diretrizes de cuidado integral promovidas pela Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), que é responsável pela gestão da unidade em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo (SES/SP).

A atividade foi conduzida pela fonoaudióloga Daniela Horikawa, especialista que ressaltou a importância de manter o cérebro ativo para prevenir declínios cognitivos e assegurar a autonomia e a independência dos idosos no cotidiano. Durante sua apresentação, a profissional compartilhou orientações práticas e dinâmicas sobre como exercitar a memória e aprimorar a capacidade de comunicação e linguagem no dia a dia.

Durante o evento, a fonoaudióloga destacou que o cuidado com o idoso deve ir muito além do modelo tradicional de assistência à saúde. Segundo Daniela Horikawa, ações que priorizam o conhecimento e a conscientização geram impactos profundos na qualidade de vida dos pacientes.

“É importante termos essas ações e não pensarmos somente nas intervenções no consultório ou na reabilitação com os médicos. Essa questão educativa e informativa é muito importante. Muitas vezes, esse é o pontapé inicial para termos sucesso no tratamento e para prevenirmos disfunções”, afirmou a fonoaudióloga.

A profissional ressaltou ainda o papel estratégico da informação no manejo do processo natural de envelhecimento, que costuma vir acompanhado de transformações físicas e cognitivas. “O envelhecimento traz muitas perdas funcionais e essa questão educacional é fundamental como prevenção”, concluiu.

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